EDUCAÇAO DE CRIANÇAS AUTISTA. INTRODUÇAO: Inicialmente,o termo autismo implantado por Bleuler(1911),ligado a sintomatologia abrangente que ele havia estabelecido para unificar,atraves da esquizofrenia,o campo das psicoses.O autismo era chamado ´´dissociaçao psiquica``,que se referia ao predominio da emoçao sobre a percepçao da realidade. Ao longo das decadas de 70 e 80,o autismo passa a ser visto,predominantemente,como um disturbio cognitivo.Nessa epoca ,ele deixa de ser considerado como uma condiçao envolvendo basicamenteortretrainamento social e emocional,e passa a ser concebido como um transtorno do desenvolvimento envolvendo deficites cognitivos severos com origem em alguma forma de disfunçao cerebral. O autismo nao e considerado ,hoje ,um estado mental fixo,irreversivel e imutavel,mas o resultado de um processo que pode,ao menos em parte,ser modificado por meio de intervençoes terapeuticas.ele nao pode ser causado por fatores emocionais e/ou psicologicas.As evidencias apontam para a multicausalidade.Descobertas recentes apontam a possibilidade de o autismo ser causado por uma interaçao gene-ambiente.
JOGOS MATEMÁTICOS A seguir, apresentarei alguns jogos matemáticos que podem ser utilizados em sala de aula, proporcionando uma melhor aprendizagem da matemática. Torre de Hanói De acordo com Machado (1995), este jogo tem origem em um mito indiano segundo o qual o centro do mundo encontra-se sob a cúpula de um templo situado em Benares, na Índia. Segundo a lenda, no início dos tempos Deus colocou nesta cúpula três hastes contendo 64 discos concêntricos. Também foi criado uma comunidade de monges cuja única tarefa era mover os discos da primeira para a terceira haste. Os monges deveriam cumprir esta tarefa movendo um disco em exatamente uma unidade de tempo e de maneira minimal, ou seja, eles utilizavam uma regra de movimentação que produzia o menor número possível de movimentos. 34 Dia e noite, incessantemente, os sacerdotes trocavam os discos de uma haste para a outra, de acordo com as leis imutáveis de Brahma...
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