INTRODUÇÃO:
Mesmo com o grande avanço das
tecnologias, com a inovação e as mudanças estarem acontecendo com muita
facilidade, ainda a algumas dificuldades que os deficientes de audição ainda
passam a respeito da acessibilidade ou à comodidade as redes sociais.
A acessibilidade para surdos
ainda é um desafio. Essa parcela da população ainda enfrenta dificuldades para
conseguir realizar atividades cotidianas. Uma professora de Libras Renata
Rezende, que é surda, diz que um dos principais problemas é a falta de intérpretes.
Para ela, a presença desses profissionais deve ser obrigatória.
"A minha maior dificuldade em conviver com os ouvintes no âmbito da sociedade, é, por exemplo, um seminário, uma palestra, onde não tenha a presença de intérprete da língua de sinais, nós temos uma dificuldade de saber o que está sendo dito. Por exemplo, se na faculdade não tem intérprete, nós também temos essa dificuldade", relatou.
"A minha maior dificuldade em conviver com os ouvintes no âmbito da sociedade, é, por exemplo, um seminário, uma palestra, onde não tenha a presença de intérprete da língua de sinais, nós temos uma dificuldade de saber o que está sendo dito. Por exemplo, se na faculdade não tem intérprete, nós também temos essa dificuldade", relatou.
No meio das redes sociais
algumas funções de muitos aplicativos que exigem uma audição, impede o acesso
dos deficientes.
Porém já a meios que ajudam os
deficientes de audição a comunicarem nas redes sociais, para interagir em redes
sociais, as pessoas com deficiência procuram canais adequados. Ana Regina conta
que a comunidade surda que se comunica exclusivamente por Libras adotou o
Facebook como ponto de encontro preferencial: “O Facebook permite que você
grave e coloque vídeos em seu perfil, o que é primordial para a nossa
comunicação”.
Já MAQ diz que o grande número de imagens sem
descrição dificulta a navegação dos cegos no Facebook. Por outro lado, o
Twitter é uma ferramenta mais inclusiva para quem tem este tipo de deficiência,
por ser predominantemente textual.
Segundo o Censo de 2010 realizado pelo IBGE,
9,7 milhões de pessoas têm deficiência auditiva. Desses, 2.147.366 milhões
apresentam deficiência auditiva severa, situação em que há uma perda entre 70 e
90 decibéis (dB). Cerca de um milhão são jovens até 19 anos.
Com isso podemos começar em
novos meios para ajuda na interação dos surdos em redes sociais.
NOME: LUCAS SIMON UTSCH ALVES
CURSO: MATEMÁTICA 3º PERIODO
PROFESSOR: WESLEY CLEM
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MINAS GERAIS - CAMPUS IBIRITE
NOME: LUCAS SIMON UTSCH ALVES
CURSO: MATEMÁTICA 3º PERIODO
PROFESSOR: WESLEY CLEM
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MINAS GERAIS - CAMPUS IBIRITE
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