os desafios tecnológicos nas universidades BRASILEIRAS
O Brasil é um país
considerado extremamente pobre, devido ás muitas desigualdades sociais e
territoriais, como distribuição de renda, despesas com bens e consumos,
serviços, acesso a saúde e, principalmente á educação. No entanto, mesmo diante
de tal cenário, o surgimento da Universidade na América Latina, assume um papel
de responsabilidade formativa, quando forma cidadãos focados com o compromisso
social, preocupados em diminuir as desigualdades sociais, criando oportunidades
para todos, possibilitando desta maneira, o desenvolvimento social e econômico,
além de construir e manter culturas.
O grande desafio para
países latino-americanos é oferecer aprendizagem, investigação e oportunidades
de trabalho para seus indivíduos, de forma equilibrada para que os conhecimentos
avançados proporcionem o desenvolvimento da economia. Alguns passos já foram
dados com a criação de oportunidades e aumento de reservas de capital
intelectual, mas ainda são insuficientes para atender a demanda.
As Universidades
existentes enfrentam diversos problemas, no que se refere à qualidade, às
desigualdades regionais, baixa quantidade de profissionais qualificados em
áreas específicas. Atualmente as universidades podem usufruir de recursos
tecnológicos como aliados dentro de sala de aula.
Para os autores Etzkowitz
e Leydesdorff, o desenvolvimento tecnológico só ocorre pela interação da
universidade, que é a geradora de conhecimento, com empresas e governo, o que
criaria instituições de ensino desenvolvedoras de pesquisa e geradoras de
conhecimento, pesquisadores verdadeiramente empreendedores, capazes de
desenvolver planos de negócios e buscar recursos, cultura colaborativa e de
troca de informação e conhecimento tecnológico, além de inovação tecnológica
tratada como metodologias de gestão.
O maior desafio é fazer
com que as empresas tragam para si a responsabilidade da inovação tecnológica.
É perceptível que a maior barreira é cultural.
E as universidades
enfrentam a mesma barreira cultural, onde ainda no século XXI, as ‘aulas
tradicionais’ ainda são vistas como as mais eficientes, no quesito transmissão
de conhecimento.
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